Nancy: Quando viajo, geralmente levo algo que pode parecer incomum. Pode ser um livro com corinhos de louvor e adoração ou até um hinário. Quando estou ocupada e viajando, preciso reservar um tempo para cantar ao Senhor.
Acho que tanto os hinos quanto os corinhos têm valor. Muitos dos corinhos simples e repetitivos que cantamos hoje são expressões significativas de amor ao Senhor.
Muitos dos hinos que chegaram até nós através da história da igreja, são ricos em teologia. Eles transmitem uma profundidade que nem sempre vemos nos corinhos contemporâneos. Acho que abandonar os hinos nos leva a uma experiência superficial e guiada pela emoção.
Pode ser mais difícil cantar “Castelo forte é o nosso Deus” do que cantar um corinho moderno, mas a recompensa de disciplinar as nossas mentes e levá-las à grandes pensamentos sobre Deus, vale o esforço.
Nancy: O que faz uma boa história? Bem, primeiro, ela deve ter um protagonista que é o personagem principal. Protagonista: Em um buraco no...
Aquela primeira sexta-feira Santa não parecia nada “boa” para aqueles que testemunharam a morte de Jesus na cruz. A escuridão e a derrota pairavam...
Nancy: Deus é bom. Podemos saber disso intelectualmente, mas nem sempre acreditamos realmente nisso. Mulher: Se Deus é bom, então por que não consigo...